2 de janeiro de 2010

Sinceramente

Postura nova de ano novo: tentar não mascarar as coisas e torná-las menos feias do que são. Talvez essa tenha sido a explicação para que eu, em meio a um almoço, soltasse com toda a tranquilidade do mundo: acho que arrumar um homem seja muito difícil. Ao que meu amigo respondeu com entonação: UM HOMEM! Não,- respondi. Qualquer homem!
Acredito mesmo nisso e me deparo constantemente com homens falando que tem mulher demais dando sopa! Deve ter mesmo, já que a escassez de homem não é um luxo meu. Tenho uns agravantes, como trabalho e estilo de vida, que dificultam bastante conhecer alguém. Além da velha mania de ser apegada aos que já passaram. Mas, tenho tantas outras vantagens... então, colocando na balança, encaixo-me nos padrões femininos. 
Bom, dito isso, vale esclarecer que escrevo não em tom de muro de lamentações, é apenas uma constatação. Vivemos em tempos em que homens, antes tão prontos para o cortejo, não precisam mais fazê-lo. Isso muda um pouco a dinâmica das coisas. Eu, quando quero algo, costumo ser direta, afinal, ainda acredito que fazer a corte seja coisa de homem. O mundo me assegura o direito de tomar a iniciativa, o que é extremamente excitante. E que salvoguardo para um ou outro. E sigo esperando que um homem tente se mostrar interessante e interessado.

By Renata que teve um ótimo Natal e Réveillon e que acredita que 2010 vai ser sempre bom assim! Motivos não faltarão!  

3 comentários:

Chica disse...

Que surja esse homem, seja bom e que te faça feliz! Tudo de bom,chica

Simone disse...

Eu continuo aguardando a hora que esse moço chegar e ver o tempo que ele perdeu Rê.

Não sei se já te desejei feliz ano novo, mas segue aqui publicamente: Um 2010 maravilhoso pra você Rê!!!!!!!

Harlem Renato disse...

Eu não sei nem o que dizer. Só sei que a Renata não é uma pessoa para um homem qualquer.

Ela brilha tanto que o homem pode se sentir ofuscado.

Mas, ela que não nasceu, mas estreou; veio ao mundo assim.

Renata. Repleta. Repleta de talentos e virtudes. Tem que ser muito homem para não ter que "dar duas ou mais viagens".