
O papo hoje é brochante. Ou seria broxante?
Dizem que os homens têm duas opções na vida: ou já broxaram ou ainda vão broxar.
Quanto a nós, mulheres, resta-nos torcer para que não seja com a gente. Olha, tem muita situação desconcertante no mundo, mas essa é campeã. Imagino como deva ser frustrante para um médico não conseguir ressuscitar um paciente.
Ele tenta, faz respiração boca-a-boca, utiliza até choque! O enfermo nem se mexe. Aliás, tem aquele tipo que ensaia uma reação, esboça uma atitude, mas na verdade é alarme falso. É apenas o último suspiro.
Bom, diante da morte iminente, as reações mais comuns são:
· Virar para o lado e dormir
· Jurar de pé junto que isso nunca aconteceu antes (atenção rapazes! Ninguém acredita nisso!)
· Colocar a culpa no excesso de trabalho e encerrar a noite
· Falar que bebeu muito, que é melhor esperar até de manhã e dormir de conchinha
Já o time feminino diante do mau desempenho do seu companheiro ou da falta dele, convoca a torcida, tenta empurrar o time, fala que isso é normal(ninguém acha) e acolhe o perdedor em seus braços. Dizem para não tocar no assunto e muito menos ligar no dia seguinte.
Assim como os 30 anos, eu achei que essa história de brochar nunca aconteceria comigo. Mas aconteceu. Foi só uma vez. O suficiente para eu nunca mais ouvir falar do querido. Seria a primeira noite juntos e posso dizer que o jogo foi cancelado (antes eu tivesse vencido por WO). Não me senti culpada, pouco desejável e isso não abalou minha auto-estima. Acredito que isso aconteça com algumas mulheres. E algumas mulheres acham que são tão poderosas que isso intimida o parceiro.
Balela!
O certo é que a mulher adquiriu voz no sexo. Além de gritar "Oh, yes!", a mulherada exige serviço de primeira em claro e bom tom. Talvez quem não queira ouvir, se faz de morto para viver.
By Renata que anda aprendendo muita coisa ultimamente. Uma delas é a passar roupa e que continua acreditando em finais felizes.